Materiais/Cursos
- Pessoal
- Alimentação
- Extras
- Jogos e Esportes
- Informática
- Artes
- Telefônia
- Dinheiro
- Música
- Concursos
- Adulto
 
Dicas e Guias
- Artes e Cultura
- Ciências e Experiências
- Compras e Serviços
- Culinária e Receitas
- Dinheiro e Finanças
- Educação e Sabedoria
- Esportes e Jogos
- Estética e Beleza
- Estudos Bíblicos
- Fontes de Referência
- Games e Truques
- Histórias e Contos
- Humor e Piadas
- Internet e Informática
- Lazer e Diversão
- Limpeza e Consertos
- Mágicas e Truques
- Música e Instrumentos
- Saúde e Tratamentos
- Outros - Variados
Escreva uma Dica!
Mensagens
- Amizade
- Estudos e Cursos
- Humor
- Natureza
- Pessoa
- Reflexão
- Religiosa
- Saúde
- Vida
Envie sua Mensagem
 
Sites de Conteúdo Gratuito
- acesso grátis
- albúm de foto
- agenda virtual
- antivírus grátis
- bate papo
- blogs & Cia
- bookmarks
- brindes e prêmios
- cartões virtuais
- classificados virtuais
- cliparts grátis
- comparação de preços
- culinária
- dinheiro
- discos virtuais
- downloads
- drives
- ebook grátis
- email grátis
- educação
- empregos
- fontes grátis
- humor
- infantil
- jornal e revistas
- leilões virtuais
- lista de discussão
- música gratis cifra
- música grátis mp3
- namoro online
- tradutores online



Receba
Novidades em seu e-mail

Curso de Hipnose
Material de Curso de Hipnose Gratuito

 



A atitude da profissão médica. -Eu desejaria que cada médico
compreendesse bem, aqui, a simplicidade da sugestão hipnótica, mas receio que, em virtude da sua educação puramente material, seja levado a desdenhar de um meio de tratamento tão simples e escoimado de todo
mistério. O conflito humano na lei divina da cura tem sempre exigido,
infelizmente, que julguemos do valor de um médico pela dificuldade de
tomarmo-lo e pela sua natureza desagradável. Avaliamos uma operação
cirúrgica na proporção do seu perigo. Estimamos o valor de uma droga pelo seu efeito destruidor sobre os tecidos e pelas propriedades venenosas, quando se administra em alta dose.

As forças mais simples são as mais poderosas. -Não compreendemos ainda como os meios mais simples são também os mais poderosos e que a força de sugestão é o fator mais poderoso da felicidade humana, da saúde, da miséria e da moléstia. O espírito tem sempre governado e governará sempre. Por isso, devemos consagrar o nosso estudo à lei da cura que atingir o espírito de modo mais direto.

LIÇÃO XVI

Método para influenciar as mulheres nervosas. -Instalai confortavelmente a paciente sobre um sofá e dai-lhe, depois, as direções seguintes: "Fazei
exatamente tudo o que eu vos disser que façais. Far-vos-ei dormir
contando em voz alta certos números e, enquanto eu contar, devereis abrir os olhos e fechá-los em seguida. Agora fechai os olhos e conservai-os fechados até que eu comece a contar "um"; abri-os por um segundo, olhai-me e fechai-os de novo. Quando eu contar "dois", abri-os por um segundo e fechai-os de novo, etc". Depois, continuai a contar brandamente de um a vinte e fazei uma pausa de dez segundos entre cada número. Recomeçai de novo em "um" e desta vez fazei uma pausa de quinze segundos entre cada número." Nunca fui obrigado a continuar este método além do número três: naquele momento, o doente tinha tanta vontade de dormir, à força de se aplicar a seguir o curso das minhas direções, e o seu desejo de seguir este simples exercício era tal, que ele adormecia rapidamente, depois de algumas sugestões tranqüilizadoras.

Porque este método surte bom efeito. -A filosofia deste sistema é: 1º) que ele não apresenta nenhuma dificuldade ao doente; 2º) que mantém alerta a atenção até que o torpor apareça; 3º) que o simples ato de abrir e fechar os olhos produz, freqüentemente, uma sensação de peso sobre as pálpebras, e isso é, por si mesmo, uma forte sugestão para o sono; 4º) que o fato de estarem os olhos fechados torna o doente mais sensível às sugestão e à idéia do sono, impedindo que o doente veja os objetos que o cercam, e é por isso que o espírito se toma imediatamente menos ativo e hostil à operação. Os médicos têm me dito que, por este meio, conseguiram, em alguns casos mais obstinados, induzir um sono profundo. Seria um grande erro supor que, pelo fato de não haver um método dado bons resultados com um doente, não poderia este dormir por nenhum outro método.

Valor de uma mudança de método. -Sucede muitas vezes, que, com essa
mudança de método, podeis conseguir a indução de um sono profundo e o sonambulismo numa pessoa que sempre considerastes como um paciente impossível.

Explica-se isto pelo modo seguinte: "Assim como o caráter e a aparência de dois homens nunca são idênticos, assim também nenhum método terá a mesma influência sobre todos. Mas entre essa abundância de material dado aqui, podereis tirar alguma coisa que convirá a cada indivíduo, normal ou anormal, e perseverando-.se com assiduidade, sem admitir nenhum fracasso, o bom êxito final está garantido, pois que o segredo da hipnose é essencialmente o segredo de produzir uma boa impressão sobre o espírito de outrem.

LIÇÃO XVII

O hipnotismo para o dentista. - Aquele que conhece a sugestão hipnótica e que compreende a sua aplicação, aprecia muito as inúmeras oportunidades que se apresentam na prática de um dentista para aplicar nos seus doentes esta ciência, como meio de fazer desaparecer a dor durante a operação sobre um dente dolorido. Mas, em geral, os dentistas preferem servir-se daquela droga pérfida chamada "cocaína", do que induzir a analgesia pelo processo natural que a natureza deu ao homem. O homem possui a força para reprimir a idéia, e o emprego de uma droga qualquer para tal efeito é uma infração às leis da natureza, a qual se fará sentir amargamente. Hoje não existe nenhum hábito de droga tão difícil de combater e que aumenta tão rapidamente como o hábito da cocaína; o emprego exagerado dessa substância pelo dentista e pelos médicos é uma matéria que demanda a vigilância do governo.
Pouquíssimas pessoas sabem que a cocaína faz mais vitimas do que o álcool.

O objeto brilhante empregado como método. -Em todos os gabinetes
dentários há discos e instrumentos de níquel ou de prata como brilhantes.
Um objeto brilhante atrai mais facilmente a atenção do doente do que um
objeto sombrio, e o modo de atenuar a dor de uma operação dentária e, às vezes, extingui-la completamente, cifra-se no dentista fazer ao doente
sugestões verbais muito enérgicas, enquanto lhe pede que fixe os olhos sobre um objeto colocado diante dele, a uma distância de cerca de dois pés e tendo quase duas polegadas de diâmetro.

Evitai a palavra hipnotismo. -Relativamente ao que se vai seguir, é inútil, e seria mesmo um erro, que o dentista empregasse a palavra hipnotismo.
Deverá somente fazer compenetrar-se o seu doente do fato de que, se quiser seguir as suas instruções, não sentirá praticamente nenhuma dor em relaçãoà operação. Ele poderá, em seguida, tratar de induzir o sono, empregando as mesmas fórmulas dadas nas lições precedentes e não sentirá nenhuma dificuldade em tornar profundo esse sono. Deverá, então, dirigir-se ao dormente como se dirigisse a uma pessoa inteiramente acordada e dirá:
"Quando eu passar a minha mão pelo vosso rosto, abrireis a boca e ela ficará aberta até que eu vos ordene que a fecheis. Não sentireis até que eu vos ordene que a fecheis. Não sentireis nenhuma dor nem mal-estar ou nervosidade enquando eu obturar este dente; quando eu vos disser que vos levanteis e laveis a vossa boca, não acordareis. Fareis tudo quanto eu vos ordenar que façais, mas não vos despertareis. Depois da operação, não tereis nenhuma recordação do que vos sucedeu; não experimentareis nenhuma dor nem mal-estar algum". Ainda que em geral, os médicos, na sua prática diária da sugestão hipnótica, não lhe apreciem o valor como meio de atenuar a dor, reconhece-se hoje que, nos Estados Unidos, um grande número de dentistas
emprega continuamente o hipnotismo e estes poderiam referir, se o
quisessem, muitas operações admiráveis que foram realizadas sem dor, por meio do hipnotismo.

LIÇÃO XVIII

O hipnotismo aniquilador da dor. -Na época em que o doutor Esdaile fazia
operações cirúrgicas, nas Índias, servindo-se da anestesia hipnótica e em que o doutor Ellizon aplicava, na Inglaterra, os mesmos meios, a descoberta do valor do clorofórmio e do éter como agentes da supressão dos terrores que apresenta a cirurgia, lançou o hipnotismo completamente na sombra. Apagou-se o seu facho em realidade e o médico pode dispensar-lhe o concurso. Ainda que o clorofórmio, muito longe de satisfazer completamente, destrua quase tanta gente quanto a própria moléstia, podemos reconhecer-lhe o valor e conceder-lhe o direito de agente benéfico, contanto que seja criteriosamente utilizado. Mas isto nada tem que ver com o fato da existência no homem, de uma força capaz de prover e prevenir o retrocesso do sofrimento.

A força do homem.-Achando-se a força no interior, só temos que agir para
pô-la em prática. Podemos fazê-la aparecer melhor durante o hipnotismo,
pela forte sugestão de uma ordem. A ordem: "Não haverá mais
padecimento", equivale à resposta do doente, que tem por efeito o não
admitir que ele sofra nenhuma dor. É, pois, fácil de compreender que a força jaz essencialmente dentro do enfermo. É a sua própria força posta em ação por outrem. Ele poderia duvidar dela, deixar de crer nela. Ainda que não estivésseis nas condições de convencê-lo, essa força reside, não obstante, nele. Mais eis aqui a explicação lógica de toda a questão.

  A dupla natureza da força. -As forças do corpo são sempre duplas, correm sempre paralelamente. Estamos constantemente em presença de duas forças: a impulsiva e a proibitiva; a que age e a que detém, a que sofre e a que impede o sofrimento. Só a consideração de que o doente se acha em estado de sentir a dor é um argumento suficiente para provar que ele tem também o poder de acalmá-la.

A exaltação do êxtase religioso. -Há uma condição da ação do espírito
exaltado que foi caracterizado no caso dos primeiros mártires cristãos. Ele é de tal modo superior ao sofrimento físico que, ainda que as pessoas em questão não se achassem de modo algum sob a influência do hipnotismo, mas estivessem em plena posse das suas faculdades, elas não sentiriam o ferro em brasa nem o azorrague nem o eleito das cadeias. O padecimento físico se transformava em êxtase de alegria. Não se pode dizer que essas pessoas se achassem sob o império de um frenesi religioso; já não há razão tampouco para dizer-se que elas eram inspiradas por Deus para suportar o sofrimento. A pura verdade é que Deus implantou no ser humano uma força que subjuga e domina os padecimentos; ela pode ser posta em ação desde que se descubra o seu verdadeiro estimulo e a aplicação dele. Em alguns casos, esse estímulo se tem revelado sob a forma de um choque repentino, causado por notícias alarmantes, como nos casos de pessoas que se acham na
cama e que repentinamente se encontram curadas dos seus achaques, ao recebimento de uma notícia aterradora. Ela pode, também, tomar
perfeitamente a forma de uma sugestão hipnótica, como quando o operador ordena ao padecimento que desapareça.

Página Anterior
Próxima Página
voltar próximo
1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8 - 9 - 10

 
 

 

IdealGratis.com © Copyright - Todos os direitos reservado aos seus respectivos Autores. - Envie seu Material - | Parceiros
Escolha seu Idioma:
English (British)
Spanish
French
Italian
Deutsch