Curso de Ecoturismo

CURSO GRÁTIS DE ECOTURISMO

A Organização Mundial de Turismo/ Nações Unidas define turismo como “as atividades que as pessoas realizam durante suas viagens e permanência em lugares distintos dos que vivem, por um período de tempo inferior a um ano, com fins de lazer, negócios e outros”. Em outras palavras o turismo constitui-se numa atividade econômica que pertence ao setor terciário e compõe se em um conjunto de serviços que se vende aos turistas, ou seja, é negócio, geração de renda e empregos diretos e indiretos, proporcionando também a interação e aproximação de pessoas de culturas e locais diferentes.

Já o ecoturismo é voltado para apreciação de ecossistemas em seu estado natural, com sua vida selvagem e sua população nativa intactos.

Vale lembrar que o turismo pode ser um importante instrumento transformador de economias e sociedades.

Passo 1

Profissão de guia de turismo

Regulamentação da profissão.

Passo 1.1

Legislação para guia de turismo

Conheça um pouco mais sobre a legislação.

Passo 2

Turismo no Brasil

  • Mensagem do presidente do Conselho Nacional de Turismo
  • Entidades e instituições do Conselho Nacional de Turismo
  • Principais resultados
  • Cenários
  • Propostas
  • Hierarquização das propostas
  • Entidades e instituições que contribuíram para a elaboração do documento turismo no Brasil 2007/2010

Passo 3

Turismo sustentável

Turismo sustentável e alívio da pobreza no Brasil – reflexões e perspectivas.

Passo 4

Educação ambiental como ferramenta de transformação socioambiental em áreas de potencial ecoturismo

  • Educação ambiental: diferentes enfoques e seus espaços de ação
  • O ecoturismo: várias abordagens – muito a se fazer
  • Participação social: tipo de abordagem denominada “educação participativa
  • Como a educação ambiental pode contribuir para o desenvolvimento do ecoturismo de maneira responsável

Passo 5

Diretrizes para o desenvolvimento do turismo rural no Brasil

Visa-se a organização desse tipo de turismo como atividade capaz de agregar valor a produtos e serviços no meio rural, de contribuir para a conservação do meio ambiente e para a valorização da ruralidade brasileira.

Passo 6

Ecoturismo: orientações básicas

  • Introdução
  • Entendendo o segmento
  • Bases para o desenvolvimento do ecoturismo
  • Ecoturismo e mercado

Passo 7

O ecoturismo e a educação ambiental

Este livro reúne uma série de textos que evidenciam a relação entre o ecoturismo e a essência do pensamento ambientalista, sobretudo, representado pela educação ambiental.

Passo 8

Ecoturismo no Brasil

Ecoturismo no Brasil. Por: Anna Beatriz de Almeida Waehneldt, Claudia Guimarães Rodrigues e Monica Armond Serrão

Passo 9

Ecoturismo

Caminhos do futuro. Ministério do turismo – AVT/IAP – NT/USP

Passo 10

Ecoturismo: um guia para planejamento e gestão

  • Definindo ecoturismo
  • O ecoturismo como um fenômeno mundial
  • O planejamento ecoturístico para áreas protegidas
  • Desenvolvendo e implementando diretrizes ecoturísticas para áreas naturais e comunidades vizinhas
  • A administração do visitante: lições do parque nacional de Galápagos
  • Questões econômicas na questão do ecoturismo
  • Uma janela para o mundo natural: o projeto de instalações ecoturísticas
  • Etapas básicas para incentivar a participação local em projetos de turismo de natureza
  • O ecoturismo e o desenvolvimento da comunidade: a experiência de Belize

Passo 11

Site Ministério do turismo

http://www.turismo.gov.br/turismo/home.html

Passo 12 (vídeo)

Excelência em Turismo – Ecoturismo

  • Vídeo que mostra seis experiências bem sucedidas de turismo no Brasil visitadas por empreendedores de diversas regiões.

8 comentários

  1. renata

    Olá

    Irei te ajudar a prosseguir nas realizações dos cursos e certificados.

    Primeiro – Você deve se cadastrar na idealgratis:
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    Segundo – Você pode consultar as dúvidas como funciona em:
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    Terceiro – Após o cadastro você adicona o plano gratuito

    Quarto – Escolhe o curso que deseja fazer

    Dentro do curso você pode estudar, acessar ao material, entrar no fórum etc..

    Dentro do curso é que você solicita a Certificação.

    Atenciosamente
    Equipe IdealGratis

  2. Edson Dressel

    Gostaria de fazer o curso de Ecoturismo Grátis.

  3. Kleber Antonio Jorge francisco

    O curso veio a preencher lacunas de curiosidade nessa área, e acrescentou mais farramentas na minha formação

  4. Maria Cristina Leite Machado de Moura

    Este curso me interessamuito pois moro na Raposa – MA e trabalho em Alcântara – MA, me formei em pedagogia e com este conhecimento posso ajudar muitas pessoas que estão ao meu redor. então como me cadastro

  5. A EDUCAÇÃO AMBIENTAL QUE PRECISAMOS NO SÉCULO XXI

    Uma frase ouvida recentemente de um ativista ambiental – “atuamos sobre os efeitos e não sobre as causas” – sintetiza a tendência de, para simplificar a discussão, optamos por não assumir a plenitude do discussão, relegando a uma posição menor a necessidade de encontrar soluções. Ou seja, “é melhor conviver com o problema do que gerar as soluções”.

    Acredito que as duas frases é que definem, em relação à Educação Ambiental, a real necessidade de uma reflexão de alguma de suas bases.

    Este contexto não é diferente em outros países (tomamos como base pesquisa que o NEPA realizou para a Associação Portuguesa de Educação Ambiental / ASPEA, comparando os resultados com pesquisa realizada para o MEC.

    A proposta não está baseada em opiniões pessoais – em EA este tipo de postura vale muito, pois se admite “ter longa experiência na área” o que, em muitos casos, sem ter uma componente de “avaliação de resultados, fica restrita a “pensar que tudo vai bem, e não pode ficar melhor”.

    A iniciativa do NEPA em “induzir uma reflexão sobre a EA do século passado e aquela que precisamos para o século XXI” tem nos revelado algumas resistências daqueles que partem do princípio que esta reflexão é um “processo de identificar e reconhecer falhas” e, deste modo, não tem interesse que isso ocorra. Entende-se esta “postura reativa”, mas a postura do NEPA deve ser entendida como de “aprimorar pontos” até hoje adotamos como paradigmas..
    .
    Nosso grupo adota a postura de “sustentar posições” tendo como base dados pesquisados, e respeita as opiniões dos demais (não poderia ser diferente para quem pretende uma reflexão conjunta), mas que estas outras opiniões venham também lastreadas em fatos, de modo que seja possível comparar experiências em diferentes contextos.

    Essa é uma postura que a sociedade não pode se negar a fazer sob pena de estar assumindo a idéia de que o princípio da prevenção não tem espaço no âmbito da Educação Ambiental.

    Observando os valores financeiros alocados a Programas de Educação Ambiental ver-se – á que são valores altamente significativos, aportados pelos diferentes segmentos sociais, públicos e privados. Porém se, em contrapartida, tentamos identificar quantos destes programas tem propostas de avaliação de sua eficácia junto à comunidade ao qual o programa foi aplicado, teremos uma (também) significativa frustração.

    Analisando pelos extremos, ou não há necessidade de “avaliar resultados de Programas de EA” ou está faltando que este aspecto seja obrigatório no processo de aprovação de tais programas.

    Concordamos que os resultados de um programa dessa natureza só podem ser mensurados em um horizonte muito amplo de acompanhamento (gerações), mas não podemos aceitar que não se possa lançar mão de “avaliações em curto prazo” onde se tente mensurar a diferença – certamente positivo – entre o nível de percepção ambiental do segmento que irá receber o programa e aquele avaliado após sua conclusão.

    Como, quase sempre, “o ótimo é o inimigo do bom”, não se aceita um encaminhamento “bom”, pois estamos à procura do encaminhamento “ótimo”, não se justifica..
    .
    Vivemos tempos de um novo século, contexto que nos permite e exige a abertura das mentes para novas reflexões.

    Já evoluímos muito na área da conscientização ambiental da sociedade, fato que se deve unicamente aos resultados da Educação Ambiental adotada no século XX, mas não há como prescindir da necessidade de reavaliar premissas, através de ações (boas e ótimas) que permitam estruturar um processo de avaliação contínua de resultados.

    Roosevelt S. Fernandes
    Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA
    [email protected]

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